sexta-feira, 24 de junho de 2011

Poeminho ao amor próprio

Sabe, amor
Tu tens me confundido tanto
Na forma de outras pessoas
Acho até que tu nunca anunciou-se
Tudo tem sido devaneio
Coisa dessa minha cabeça maluca

Meu querido, esteja sempre comigo
Pois amando ou não outras pessoas
Quero amar, por partida, a mim mesmo
Pois eu sempre estarei comigo
Diferente das demais pessoas da vida
Que passam e vão embora

Deixam cá um bocado de si
Levam consigo um bocado de mim
Amor, pra ser sincero contigo
Queria eu esquecer alguns bocados
Certas pessoas recebem de outras um quinhão desmerecido
Emolduram-se, fazem ofertas e propostas traiçoeiras

Então, caro amor
Termino esse poeminho
Querendo ficar feliz aqui pelo meu cantinho
Quero amores fora o meu
De amigos, garotas, pessoas, mas que não acabe com o badalar do relógio
Enquanto isso qu’eu faça da vida um poeminho ao amor próprio

Um comentário:

  1. 'Amor, pra ser sincero contigo
    Queria eu esquecer alguns bocados
    Certas pessoas recebem de outras um quinhão desmerecido
    Emolduram-se, fazem ofertas e propostas traiçoeiras'

    Cabe a cada um desconfiar sempre das palavras. São apenas palavras.

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